Toda a água distribuída pelo SAAE é potável e atende aos padrões estabelecidos pela Portaria de Consolidação nº 5, Anexo XX de 28 de Setembro de 2017, do Ministério da Saúde. Nesta legislação estão definidos os parâmetros e a frequência do monitoramento que deve ser realizado para controle da qualidade da água produzida e distribuída.

Para garantir a qualidade da água distribuída, o SAAE possui um rigoroso e criterioso monitoramento que compreende os mananciais que contribuem com as captações superficiais, as captações subterrâneas, as estações de tratamento, os reservatórios e a rede de distribuição. São coletadas aproximadamente 1.000 amostras de água por mês. Cada amostra é submetida a análises físico-químicas e bacteriológicas. São realizadas mais de 10.000 análises mensais em laboratórios próprios e também em laboratórios terceirizados.

Com a preocupação de preservar as captações superficiais (Monjolinho e Feijão), o SAAE elaborou um mapeamento, através de imagens de satélites de alta resolução, para avaliar se as áreas em torno das captações estão em conformidade com a legislação municipal de proteção e recuperação de mananciais (Lei 13.944/2006).

Na pesquisa divulgada sobre os agrotóxicos, não foram detectadas em São Carlos concentrações acima do limite permitido pela legislação brasileira. A pesquisa se baseou nos limites da resolução Europeia e utilizou os dados do SISAGUA (Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano) de todos os poços do município incluindo os de propriedade particular, não responsáveis pelo abastecimento do município.

Portanto o SAAE reafirma que a qualidade da água distribuída a população está dentro dos padrões de potabilidade exigidos pela legislação Brasileira